quarta-feira, 18 de agosto de 2010

++Visão++


Estou longe… estou ausente,

Onde me encontro tudo desabou.

A escuridão venceu e a Luz apagou

A vela que ilumina o presente.

Sinto o frio na Alma descendente

A gelar o sangue que coagulou.

Num desespero o tempo parou

E pede auxilio… um auxilio premente.

Tudo está em extrema ruína,

Em acelerado estado de decomposição,

Um doce cheiro nauseabundo.

Vejo… sim, vejo uma ponte fina.

Fecho os olhos e aperto a mão,

Abro os braços e abandono este mundo

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