quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Eu sou filho do cão,


Amaldiçoado pelas trevas...

Intuitivo, porém sem razão,

Sem absolvição e sem regras...



Sou um demônio criança,

E semeio pragas e alienação...

Levo-te a desesperança,

E no meu ar, a poluição...



Sou o anjo que veste negro,

Quebrando a paz e o sossego,

Dos elementos desta cúria...



E no meu modo de fúria,

Calar-te-ei prosterno,

No quinto de meus infernos...

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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