Eu sou filho do cão,
Amaldiçoado pelas trevas...
Intuitivo, porém sem razão,
Sem absolvição e sem regras...
Sou um demônio criança,
E semeio pragas e alienação...
Levo-te a desesperança,
E no meu ar, a poluição...
Sou o anjo que veste negro,
Quebrando a paz e o sossego,
Dos elementos desta cúria...
E no meu modo de fúria,
Calar-te-ei prosterno,
No quinto de meus infernos...
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Publicada por Waleska Spencer à(s) 01:42
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Entre... Permita-se ficar
E quando sair,
Deixe a porta aberta
Para quem quiser entrar!!


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